Oora, pois

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Oora, pois Le Blog DaGabi au porto
Fico sempre tão encantada com cada canal que aparece que é irresistível tirar uma foto. Esse tem pequenos decks de madeira pra poder observar todo esse verde em meio a grandes avenidas.

Fico sempre tão encantada com cada canal que aparece que é irresistível tirar uma foto. Esse tem pequenos decks de madeira pra poder observar todo esse verde em meio a grandes avenidas.

“Eu imploro às pessoas jovens que viajem. Se você não tem um passaporte, faça um. Tire o verão, pegue uma mochila e vá a Dehli, a Xangai, a Bangkok, ao Quênia. Fique extasiado, coma comida interessante, curta pessoas interessantes, viva uma aventura, tome cuidado. Volte e verá o seu país de maneira diferente, seu presidente de maneira diferente, não importa quem seja. Música, cultura, comida, água. Seus banhos se tornarão mais curtos. Você terá uma noção do que a globalização se parece. Não é o que Tom Friedman escreve, sinto muito. Você verá que a mudança climática global é muito real. E que para algumas pessoas, o dia consiste em caminhar 20km para 4 baldes de água. E ENTÃO HÁ LIÇÕES QUE NÃO SE PODE TIRAR DE UM LIVRO, QUE ESTÃO ESPERANDO POR VOCÊ AO FINAL DE UM VÔO. Muitas pessoas - americanos e europeus - retornam e “ohhhh”. E uma lâmpadazinha se acende.”

Henry Rollins 
-hm

-hm

(Source: maudit, via peep-toe-shoes)

Se saudade matasse…

acumulando-desafetos:


(Source: thebasterds)

“(…) a forma urbana é resultante de regras com objetivos altamente genéricos, produto de ações diversas e aleatórias, como, por exemplo, as leis de zoneamento. Isto é, um desenho proveniente das legislações, e não de um projeto. Ou seja, na realidade o que existe são formas urbanas que surgem muito mais de processos generalizantes do que de ações que visam à totalidade.” Paula da Cruz Landim”

Desenho de paisagem urbana: as cidades médias do interior central paulista - Paisagem ambiente  n.16 São Paulo  2002

“Como é bom ver fotos de um lugar distante e poder dizer “já estive a프,”

Yo

“‎”Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.”

Fernando Pessoa

“La situación era confusa; pero yo sentía que había necesidad de definir una
tercera posición: algo que nos pudiera hacer salir de aquel enfrentamiento. Así
empezó la famosa investigación sobre la arquitectura popular en Portugal. El
promotor de la idea fue Keil do Amaral que obtuvo un amplio apoyo del Ministerio. El propio Salazar se interesó por la publicación. Un día fue a ver nuestro
trabajo en la Academia Nacional de las Artes. Entró; había seis equipos y cada
equipo tenía un jefe. Mi grupo fue el primero en recibir su visita. Era una cosa
importante. El Director General me presentó: el arquitecto Távora, jefe del
grupo. Salazar me miró y dijo: ¿tan joven y ya es jefe? Yo le dije: tengo ya 31
años. Después, fijándose en una lámina compuesta con diversos hórreos, dijo
Salazar: la piedra es más bonita que ese cemento armado que usan por ahí.
Yo le dije: pero, señor Presidente, el cemento armado también puede ser bonito, se pueden hacer cosas bellas con él. Salazar se detuvo y, cuando hubo
pasado todo el mundo, comentó: tan joven y ya está pervertido (…)”

Fernando Távora - DPA 14

“Mucha gente dice que los arquitectos no sirven para nada. Son mucho más
importantes los economistas, los ingenieros, los políticos. El abogado defiende el honor, el médico tu vida, ¿ qué defiende el arquitecto? Yo creo que los
valores que defiende el arquitecto son tan importantes como la vida, la salud, el
dinero. Yo tengo esa convicción: que servimos para algo. Y si esta dedicación
tiene que darse con el cliente privado, con más motivo aún debe ocurrir con el
cliente público.”

Fernando Távora - DPA 14